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18 de maio de 2013
11 de janeiro de 2013
25 de outubro de 2012
26/10/2012
Por razões que punirei amanhã com o meu voto a campanha eleitoral não correu bem.
Não houve debate e troca de ideias. Não houve confronto de projectos. Não fomos dignos da nossa herança.
Amanhã o nosso Benfica vai a votos.
Desejo um dia de grande serenidade democrática.
Que saibam estar à altura da ocasião os vencedores e os vencidos.
Que não se ouça falar de recontagens, impugnações e reclamações.
Que cada um dos sócios possa exercer o seu direito de voto de forma tranquila e ordeira.
Bem sei que deste acto eleitoral sairá um Clube irremediavelmente dividido e com feridas profundas a sarar.
Que sejam as vitórias no campo o melhor remédio para o dia seguinte.
Não estou optimista.
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17 de agosto de 2012
Até podem virar a cara para o lado…
Mas não há como fugir à triste realidade que vivemos…
Benfiquistas contra benfiquistas.
Blog’s contra blog’s. Comentadores contra comentadores.
Uns a dizer que são mais benfiquistas. Outros que o são há mais tempo.
Uns a relembrar o passado e outros a apelar ao futuro.
Só acontece porque as coisas não estão bem. Porque o ambiente que se vive não é um ambiente de confiança, de conquista e de vitória.
Pode ser que a bola entre e as vitórias sejam o cimento do costume.
Uma coisa é indesmentível… Começa a adornar a nau 2012/2013.
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Pré-Época 2012/13
9 de julho de 2012
Esclarecimento…
Quem me vai lendo tem percebido que com o passar dos tempos me tenho assumido como critico frontal da gestão desportiva de Luís Filipe Vieira.
Mas daí a transformar um “comentadeiro” rasca no porta-voz daquilo que é ou deve ser o Benfica vai uma distância tão grande como da Terra à Lua.
No dia em que o Jorge Batista, ou lá o que é, for um farol de benfiquismo ou referência de gestão benfiquista eu corto de vez os laços. Porque nesse dia já não será Benfica…
2 de março de 2012
Hoje à noite... Como SEMPRE!!!
Lá estarei... Contigo... Sempre presente... Porque eu... Também sou a Mística...Também sou o Terceiro Anel... E com os outros 60.000 lá te empurraremos para mais uma vitória... E se esse não for o caso... Lá estarei também... Na primeira fila... Para te levantar e dizer: Amo-te... Amo-te BENFICA!!! CARREGA... Ontem, Hoje à noite... SEMPRE!!!
"Vai ser Sublime..."
Em dia de clássico é tempo de lembrar o BENFICA que nos deixam. Foi esta a mística que nos ensinaram. É este o espírito que nos passaram. É esta a nossa alma. É este o nosso querer. Vamos lá tentar fazer justiça a este e tantos outros génios imortais. Carrega BENFICA!!!
28 de fevereiro de 2012
27 de fevereiro de 2012
Nota solta...
Desde que a norte o monte de esterco aceita jogar em rotatividade e passar pela lateral direita...
P.S- Benfiquista sou eu...
P.S- Benfiquista sou eu...
27 de dezembro de 2011
Cuidado com o que vem aí em 2012
Estamos em época natalícia mas temos que nos lembrar que temos que estar mais alerta do que nunca nesta segunda parte do campeonato!
O nosso Benfica tem cumprido e como temos visto nas analises feitas pelos membros da equipa do "11", temos uma segunda parte de campeonato (não segunda volta, apenas segunda parte), bem mais favorável do que os nossos adversários directos!!!
Temos que continuar a ir ao estádio e continuar a gritar pelo Glorioso! Temos que continuar a defende-lo com todas as forças!!!
Parece-me que há medida que as coisas se forem mas difíceis para os nossos adversários que eles se vão tornar mais mesquinhos e mais perigosos nas calunias e ataques ao nosso grande clube.
Agora que estamos na viragem do ano temos que estar mais atentos que nunca e manter os olhos e ouvidos bem abertos!!
Feliz 2012 a todos os leitores do 11 ENCARNADO!!!
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7 de novembro de 2011
Não nos toleram…
É com um misto de tristeza e de orgulho que os vejo em vários fóruns a torcer por uns e outros contra o Benfica.
O que leva um portista assumido ou um sportinguista convicto a apoiar tudo o que mexe desde que seja contra o Benfica? Só se explica com o sentimento anti-Benfica. Ainda ontem depois do nosso jogo em Braga era ver a comunidade tripeira no facebook a escrever: “Força Sporting!!!” Patético? Bastante. Mas como explicar?
Não nos toleram. Não toleram os couratos e as roulottes. Não toleram a romaria. Não toleram a paixão, e não toleram o amor ao jogo. Basta ver… Só não vê quem não quer…
Não toleram. Não toleram esta ligação popular. Não toleram esta implantação nacional e internacional. Não suportam a forma como reiteradamente ignoramos uns e outros. Não suportam a forma como as nossas claques se não se lhes dirigem em jogos em que não estão presentes. Não suportam o nosso estádio e a nossa devoção ao mesmo. Não suportam a águia vitória e a forma como celebramos cada voo do nosso símbolo vivo. Não suportam a festa que fazemos no final de cada vitória. Não suportam o nosso sonho constante de novas conquistas. Não suportam a forma como depois de ganharmos queremos ganhar de novo. Não suportam o nosso passado. O de conquistas e resistência. Não suportam que tendo ficado várias vezes sem ter onde jogar sempre tenhamos arranjado uma solução. Não suportam que tenhamos resistido. Que nos tendo roubado uma equipa também a isso tenhamos subsistido. Não suportam ter apoiado um regime e ainda assim nos ter visto ganhar. Não suportam falar em ecletismo e sermos nós a tudo disputar. Não suportam planear um estádio e sermos nós a um estádio perfeito e completo terminar. Não suportam que façamos um centro de estágio sem nada às câmaras esmolar. Não suportam. Não suportam o Rui Costa e a forma como lhe chamamos “Maestro”. Não suportam o Eusébio. Não suportam a estátua que lhe fizemos e a forma como tratamos o melhor de todos nós. Não suportam que Aimar seja “el mago”. Não suportam “el conejo”. Não suportam o “takuara”. Não suportam que professores doutores tenham de invariavelmente imitar a inovação de um tipo com a 4ª classe. Não suportam as nossas ideias. Não suportam imitar o conceito de sócio. Não suportam ter de imitar os naming rights. Não suportam. Não suportam a inovação. Não suportam o agradecimento. Não suportam o mural dos fundadores ou os recordes do Guiness. Não suportam. Não suportam os garrafões de vinho e o chouriço assado no estacionamento em redor do estádio em véspera de cada jogo. Não suportam o vermelho sem riscas. Não suportam a nossa bandeira com a primeira equipa lá impressa. Não suportam o Cosme Damião. Não suportam a forma como 65000 pessoas torcem para um só lado durante 90 minutos. Não suportam como ganham e fazemos nós as manchetes. Não suportam ver-nos abrir noticiários. Não suportam ver cada ameaço de crise nossa transformar-se em assunto de Estado. Não suportam ver-nos pedir isenção à arbitragem. Não suportam ver-nos prejudicados e ainda assim resistir. Não suportam ver como nos aguentamos aos Xistras e Benquerenças. Não suportam. Não suportam a nossa identidade. Não suportam o fogo de artifício em Paris nos festejos de um título. Não suportam. Não suportam ver Luanda a gritar: “Benfica Campeão”. Não suportam ver o 4 de Julho chegar mais cedo a Nova Iorque. Não suportam. Não suportam que esta nossa identidade se sobreponha por vezes à própria nacionalidade. Não nos suportam. Não nos toleram. Pelo nosso amor ao jogo puro, pela nossa paixão à bola. Eles não nos toleram e eu… bem… Eu tenho muito, mas mesmo muito, orgulho nisso.
Viva o Benfica!!!
O que leva um portista assumido ou um sportinguista convicto a apoiar tudo o que mexe desde que seja contra o Benfica? Só se explica com o sentimento anti-Benfica. Ainda ontem depois do nosso jogo em Braga era ver a comunidade tripeira no facebook a escrever: “Força Sporting!!!” Patético? Bastante. Mas como explicar?
Não nos toleram. Não toleram os couratos e as roulottes. Não toleram a romaria. Não toleram a paixão, e não toleram o amor ao jogo. Basta ver… Só não vê quem não quer…
Não toleram. Não toleram esta ligação popular. Não toleram esta implantação nacional e internacional. Não suportam a forma como reiteradamente ignoramos uns e outros. Não suportam a forma como as nossas claques se não se lhes dirigem em jogos em que não estão presentes. Não suportam o nosso estádio e a nossa devoção ao mesmo. Não suportam a águia vitória e a forma como celebramos cada voo do nosso símbolo vivo. Não suportam a festa que fazemos no final de cada vitória. Não suportam o nosso sonho constante de novas conquistas. Não suportam a forma como depois de ganharmos queremos ganhar de novo. Não suportam o nosso passado. O de conquistas e resistência. Não suportam que tendo ficado várias vezes sem ter onde jogar sempre tenhamos arranjado uma solução. Não suportam que tenhamos resistido. Que nos tendo roubado uma equipa também a isso tenhamos subsistido. Não suportam ter apoiado um regime e ainda assim nos ter visto ganhar. Não suportam falar em ecletismo e sermos nós a tudo disputar. Não suportam planear um estádio e sermos nós a um estádio perfeito e completo terminar. Não suportam que façamos um centro de estágio sem nada às câmaras esmolar. Não suportam. Não suportam o Rui Costa e a forma como lhe chamamos “Maestro”. Não suportam o Eusébio. Não suportam a estátua que lhe fizemos e a forma como tratamos o melhor de todos nós. Não suportam que Aimar seja “el mago”. Não suportam “el conejo”. Não suportam o “takuara”. Não suportam que professores doutores tenham de invariavelmente imitar a inovação de um tipo com a 4ª classe. Não suportam as nossas ideias. Não suportam imitar o conceito de sócio. Não suportam ter de imitar os naming rights. Não suportam. Não suportam a inovação. Não suportam o agradecimento. Não suportam o mural dos fundadores ou os recordes do Guiness. Não suportam. Não suportam os garrafões de vinho e o chouriço assado no estacionamento em redor do estádio em véspera de cada jogo. Não suportam o vermelho sem riscas. Não suportam a nossa bandeira com a primeira equipa lá impressa. Não suportam o Cosme Damião. Não suportam a forma como 65000 pessoas torcem para um só lado durante 90 minutos. Não suportam como ganham e fazemos nós as manchetes. Não suportam ver-nos abrir noticiários. Não suportam ver cada ameaço de crise nossa transformar-se em assunto de Estado. Não suportam ver-nos pedir isenção à arbitragem. Não suportam ver-nos prejudicados e ainda assim resistir. Não suportam ver como nos aguentamos aos Xistras e Benquerenças. Não suportam. Não suportam a nossa identidade. Não suportam o fogo de artifício em Paris nos festejos de um título. Não suportam. Não suportam ver Luanda a gritar: “Benfica Campeão”. Não suportam ver o 4 de Julho chegar mais cedo a Nova Iorque. Não suportam. Não suportam que esta nossa identidade se sobreponha por vezes à própria nacionalidade. Não nos suportam. Não nos toleram. Pelo nosso amor ao jogo puro, pela nossa paixão à bola. Eles não nos toleram e eu… bem… Eu tenho muito, mas mesmo muito, orgulho nisso.
Viva o Benfica!!!
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14 de outubro de 2011
“A vida é a arte do encontro , embora haja tanto desencontro pela vida.”
Num mesmo momento podemos encontrar-nos desencontrando-nos.
Na tarde de ontem fui o feliz contemplado com um desses encontros que nos podem encher a alma de alegria e ajudar-nos a retemperar concepções.
De facto: “Algumas pessoas acreditam que futebol é questão de vida ou morte. Fico muito decepcionado com essa atitude. Eu posso assegurar que futebol é muito, muito mais importante”
Bill Shankly passou para palavras aquilo que penso.
Não me agrada quem relativiza o jogo. Quem o acha fútil. Quem não entende a sua representação simbólica. Não gosto de quem é suficientemente estúpido ao ponto de não perceber o quão intelectualmente rico pode ser a interpretação de um jogo de futebol.
Cresci a ver o jogo.
A admirar as estrelas.
A sonhar com a camisola vermelha.
Vários atletas me entusiasmaram na minha infância.
Um deles foi Stefan Schwarz.
Apreciava a habilidade, a raça e a entrega.
Mal sabia que a vida me reservaria para a tarde de 13/10/2011 um daqueles encontros felizes que mais acima descrevo.
Eis que pude partilhar uma esplanada com um dos meus ídolos de infância.
De repente transformei-me novamente naquela criança que, quando na escola jogava à bola, exigia ser chamada de Schwarz .
Que se lixe a pseudo-intelectualidade reinante. Que se lixem os falsos moralismos sociológicos. Sim… Admiro um tipo que a única coisa que sabia fazer era dar uns chutos numa bola. Sim… Admirei-o e admiro. E hoje fui feliz. Por poder por breves momentos partilhar o espaço e algumas breves palavras com quem um dia fez os meus olhos brilharem.
Obrigado Schwarz. Por ontem! Mas também por Hoje!
Na tarde de ontem fui o feliz contemplado com um desses encontros que nos podem encher a alma de alegria e ajudar-nos a retemperar concepções.
De facto: “Algumas pessoas acreditam que futebol é questão de vida ou morte. Fico muito decepcionado com essa atitude. Eu posso assegurar que futebol é muito, muito mais importante”
Bill Shankly passou para palavras aquilo que penso.
Não me agrada quem relativiza o jogo. Quem o acha fútil. Quem não entende a sua representação simbólica. Não gosto de quem é suficientemente estúpido ao ponto de não perceber o quão intelectualmente rico pode ser a interpretação de um jogo de futebol.
Cresci a ver o jogo.
A admirar as estrelas.
A sonhar com a camisola vermelha.
Vários atletas me entusiasmaram na minha infância.
Um deles foi Stefan Schwarz.
Apreciava a habilidade, a raça e a entrega.
Mal sabia que a vida me reservaria para a tarde de 13/10/2011 um daqueles encontros felizes que mais acima descrevo.
Eis que pude partilhar uma esplanada com um dos meus ídolos de infância.
De repente transformei-me novamente naquela criança que, quando na escola jogava à bola, exigia ser chamada de Schwarz .
Que se lixe a pseudo-intelectualidade reinante. Que se lixem os falsos moralismos sociológicos. Sim… Admiro um tipo que a única coisa que sabia fazer era dar uns chutos numa bola. Sim… Admirei-o e admiro. E hoje fui feliz. Por poder por breves momentos partilhar o espaço e algumas breves palavras com quem um dia fez os meus olhos brilharem.
Obrigado Schwarz. Por ontem! Mas também por Hoje!

P.S.-Por detrás da imagem estava alguém que não sabia quem estava junto de nós. (Perdoai-Lhe Senhor!).
Estava alguém que provavelmente se assustou com o meu súbito e pueril entusiasmo.
Para ela os meus agradecimentos. Voltar à infância… Sonhar por momentos… É uma oportunidade que não se perde. Por muito inconveniente que seja. Julgo que ela terá percebido a importância do momento. Tentou registá-lo com a dignidade possível. Foi um excelente trabalho. Obrigado.
Estava alguém que provavelmente se assustou com o meu súbito e pueril entusiasmo.
Para ela os meus agradecimentos. Voltar à infância… Sonhar por momentos… É uma oportunidade que não se perde. Por muito inconveniente que seja. Julgo que ela terá percebido a importância do momento. Tentou registá-lo com a dignidade possível. Foi um excelente trabalho. Obrigado.
18 de setembro de 2011
Sofrer à distancia
É a segunda vez que estou a ver o Benfica na Índia!
O primeiro foi à mais ou menos um ano atrás. Jogávamos contra o Sbording e ganhamos com classe. Agora, jogamos com a Académica que este ano até está a mostrar bom futebol mas que tem o gosto especial de ter o treinador da escola dos corruptos e o facto de os corruptos terem empatado a meio da tarde.
Independentemente disso o mais importante é mesmo o Benfica e o que sentimos sempre que o nosso clube joga. É esse sentimento que nos faz estar sentados num quarto de hotel em Mumbai às 2 da manhã à espera de um golo e de mais uma vitoria!!
Até agora está a correr bem... vamos lá sofrer mais um bocado!
O primeiro foi à mais ou menos um ano atrás. Jogávamos contra o Sbording e ganhamos com classe. Agora, jogamos com a Académica que este ano até está a mostrar bom futebol mas que tem o gosto especial de ter o treinador da escola dos corruptos e o facto de os corruptos terem empatado a meio da tarde.
Independentemente disso o mais importante é mesmo o Benfica e o que sentimos sempre que o nosso clube joga. É esse sentimento que nos faz estar sentados num quarto de hotel em Mumbai às 2 da manhã à espera de um golo e de mais uma vitoria!!
Até agora está a correr bem... vamos lá sofrer mais um bocado!
25 de agosto de 2011
Vaidade
Que vaidade tenho em ser do Benfica! Gosto de ver o Benfica a ganhar os jogos, mas mais ainda gosto de ver o Benfica a praticar bom futebol. O jogo de ontem foi MAGISTRAL! Sinfónico, harmonioso, belo! Se subirmos a condição física média da equipa mais um pouco, temos equipa para praticar do melhor futebol que se pode ver na Europa.
Que vaidade tenho em ser do Benfica!
Que vaidade tenho em ser do Benfica!
19 de julho de 2011
Tempos estranhos estes que vivemos…
Foi a novela Coentrão, foi o remake da novela Luisão. A estória rocambolesca de Danilo e os 540 jogadores que já assinaram mas que verdadeiramente nunca irão chegar.
Não me conformo.
Refugio-me.
Escrevo menos neste nosso blog e leio. Leio muito.
E li isto num livro que a todos vivamente recomendo:
Não me conformo.
Refugio-me.
Escrevo menos neste nosso blog e leio. Leio muito.
E li isto num livro que a todos vivamente recomendo:

Jornalista: “- Dizem que o Águas é um jogador sem “garra”…”
José Águas: “- E não é mentira, não senhor. (…) Publicamente, peço desculpa à grande e simpática massa associativa do clube. Eu sei que não encarno as virtudes do clube… É verdade sim senhor. Sou um jogador sem “garra” (…)”
Quem disse isto foi o grande capitão… Aquele que por duas vezes levantou bem alto o mais desejado dos troféus.
Era assim que Águas se julgava. Menor do que o clube. Indigno do BENFICA.
Irrepetível?
Estamos na silly season!
Deixem-me sonhar…!!!
José Águas: “- E não é mentira, não senhor. (…) Publicamente, peço desculpa à grande e simpática massa associativa do clube. Eu sei que não encarno as virtudes do clube… É verdade sim senhor. Sou um jogador sem “garra” (…)”
Quem disse isto foi o grande capitão… Aquele que por duas vezes levantou bem alto o mais desejado dos troféus.
Era assim que Águas se julgava. Menor do que o clube. Indigno do BENFICA.
Irrepetível?
Estamos na silly season!
Deixem-me sonhar…!!!
8 de julho de 2011
Uma nova época
O Benfica constituí-se do corpo de seus adeptos, tem características de pessoa, alma de suas gentes. É por isso falível, às vezes errante (e muitas vezes desesperante). O Benfica é gente, a gente é seu coração.
O Benfica é aquela "coisa" que não se explica, mas se sente. É aquele calor que nos envolve e arrepia, é aquele frio na barriga, o berro e a alegria! O Benfica, por ser gente, é Amor, Amor fraternal, é muito diferente.
Começa uma nova época: as mãos, pés e cabeça começam a articular-se sob a batuta do Homem. Exercitam-se em busca da perfeição, mas o coração .. esse é o mesmo desde à muitos anos.
Esperemos assim, que a articulação das mãos, pés e cabeça acompanhem o bater do coração. Se assim fôr, não haverá foras-de-jogo suficientes para nos desviar.
O Benfica é aquela "coisa" que não se explica, mas se sente. É aquele calor que nos envolve e arrepia, é aquele frio na barriga, o berro e a alegria! O Benfica, por ser gente, é Amor, Amor fraternal, é muito diferente.
Começa uma nova época: as mãos, pés e cabeça começam a articular-se sob a batuta do Homem. Exercitam-se em busca da perfeição, mas o coração .. esse é o mesmo desde à muitos anos.
Esperemos assim, que a articulação das mãos, pés e cabeça acompanhem o bater do coração. Se assim fôr, não haverá foras-de-jogo suficientes para nos desviar.
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BLOGGER Tremoço,
Pré-Época 2011/12
8 de julho de 2010
Sociologia Futebolística
A época ainda não começou e o meu primeiro post é mais sociológico que futebolístico.Hoje fui almoçar, como qualquer benfiquista que se preze, a uma daquelas tasquinhas que servem cozido e dobrada todo o ano e a maioria dos cafés é com "cheirinho". Aí, ao pagar, deparei-me com a imagem acima, que não resisto a partilhar.
Por um mísero euro, os clientes podem comprar um ovinho em plástico que dentro tem um papelinho colorido com um número associado a um prémio. Decerto sabem do que estou a falar...
Em tempo de mundial, grande parte dos prémios está relacionada com a bandeira nacional, mas o inevitável acontece. Das três garrafas de vidro com letreiro em madeira que se vê na imagem, uma diz "Portugal" e as restantes, "Benfica". Com certeza já repararam que, quando um café vende isqueiros com as cores de um clube, os do Benfica são os primeiros a desaparecer.
No fundo, há a malta que é do Benfica e depois há os que não o suportam. Quando toca ao Benfica, não há meio termo.
Isto reflecte-se a todos os níveis. Chamam confusão ao que se passa com a ida do Moutinho para o Porto? Então lembrem-se lá da saída do João Pinto do S.L.B...
Podem desistir... se o objectivo é vender jornais, é melhor que se fale do glorioso...
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